Cáceres Archives - Jornal Cacerense https://jornalcacerense.com.br/category/caceres/ Notícias, Política, Cultura e Prestação de Serviços Mon, 24 Nov 2025 23:43:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais https://jornalcacerense.com.br/marinha-inspira-alunos-de-caceres/ https://jornalcacerense.com.br/marinha-inspira-alunos-de-caceres/#respond Mon, 24 Nov 2025 02:49:00 +0000 https://jornalcacerense.com.br/?p=253 The post Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
.flex_column.av-av_three_fifth-7168fd5fd21193b093188f0f2bfaece0{ border-radius:5px 5px 5px 5px; padding:10px 10px 10px 10px; }

Portal Mato Grosso

Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais



Por João Arruda | Cáceres

No último 10 de novembro, a Escola Estadual Cívico-Militar Frei Ambrósio, localizada em Cáceres  (a 210 km de Cuiabá), viveu um momento de civismo e aprendizado com a visita de parte da tropa da Marinha do Brasil. Sob o comando do Capitão Stenio Lacerda Junior, os militares realizaram o solene hasteamento do Pavilhão Nacional e proferiram uma palestra esclarecedora sobre as formas de ingresso na Marinha Brasileira, atraindo a atenção de cerca de 250 alunos.

A presença da Agência Fluvial de Cáceres na instituição de ensino coroou uma semana repleta de atividades para os estudantes. Além da imersão na cultura militar, a escola foi palco da aplicação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e celebrou conquistas esportivas, recebendo troféus e medalhas dos campeões de Voleibol sub-14, entregues pela equipe do Sesc local, representada pelo professor Edilson Spinoza.

Durante a palestra, o Capitão Stenio Lacerda Junior demonstrou grande objetividade ao apresentar aos jovens os caminhos para a carreira militar na Marinha. Um dos pontos altos da apresentação foi a explanação sobre as ricas tradições navais, em especial a solenidade da bandeira ao som do apito de marinheiro – uma honraria histórica da Armada Brasileira, cujas raízes remontam à Marinha da Inglaterra e que foi estabelecida por ordem do imperador Dom João VI.

O apito, que emite duas notas musicais distintas (“lá e mí”), não é apenas utilizado no hasteamento e arriamento diário da bandeira. Ele desempenha um papel fundamental nas atividades rotineiras de navios, aeronaves, submarinos e quartéis em terra, servindo para convocar reuniões gerais, anunciar a presença de autoridades, marcar as horas das refeições (rancho), alvorada e silêncio, entre outras funções essenciais para a organização dos marinheiros e oficiais.

A recepção à comitiva da Marinha foi uma ação conjunta entre a direção da escola e seus colaboradores. Os professores Paulo Brito, Jose Adriano Miranda, Silvana Zago e Dirce Candia, juntamente com os gestores militares Robson Gimenes e Milton Alves de Oliveira, avaliaram positivamente o impacto da visita. A presença da força Naval na escola cativou os alunos, que se comportaram de forma exemplar, formulando perguntas pertinentes e demonstrando genuíno interesse.

A Escola Frei Ambrósio tem se destacado ao longo do ano letivo, que se aproxima do encerramento em dezembro, por uma série de palestras variadas oferecidas nos períodos da manhã e tarde. A instituição também está inserida no programa Proerd, uma iniciativa da Polícia Militar de Mato Grosso, que complementa o aprendizado escolar com a conscientização sobre a importância da prevenção contra as drogas ilícitas. A gestão da escola está atualmente sob a responsabilidade da professora Patrícia Bertoldo de Sena Santos, que se encontra em gozo de férias.

Fonte: Portal Mato Grosso


Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais


The post Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
https://jornalcacerense.com.br/marinha-inspira-alunos-de-caceres/feed/ 0
Cáceres em Festa: Veterano da Marinha, José Caxito, celebrou 108 anos https://jornalcacerense.com.br/veterano-da-marinha-jose-108-anos/ https://jornalcacerense.com.br/veterano-da-marinha-jose-108-anos/#respond Mon, 24 Nov 2025 02:28:13 +0000 https://jornalcacerense.com.br/?p=248 The post Cáceres em Festa: Veterano da Marinha, José Caxito, celebrou 108 anos appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
.flex_column.av-av_three_fifth-7168fd5fd21193b093188f0f2bfaece0{ border-radius:5px 5px 5px 5px; padding:10px 10px 10px 10px; }

Marinheiro veterano, José Francisco Caxito

Cáceres em Festa: Veterano da Marinha, José Caxito, celebrou 108 anos



Por João Arruda | Cáceres 

A lua era quarto crescente na tórrida cidade de Cáceres (a 210 km de Cuiabá). A temperatura da tarde de mormaço beirou os 45 graus Celsius. Na Rua Santo Antônio, no Bairro Cavalhada, A reunião comemorativa ocorreu na residência do casal Adelino Braga, Militar reformado do Exército Brasileiro e a professora Rafaela Caxito, o calor fervilhou por outro motivo: o patriarca da família Caxito, o veterano da Marinha do Brasil, José Francisco Caxito, comemorava seus longevos 108 anos com lucidez e saúde.

Para celebrar o centésimo oitavo ano de vida, a família Caxito reuniu todos os seis filhos: duas senhoras (Rafaela Braga e Estelita Amaral) e quatro homens, conhecidos em Cáceres como os “Irmãos Caxito” (Wilson, Joaquim, José e João Irani). Dois deles viajaram de Araribóia, em Niterói (RJ), até a “Princesinha do Paraguai” (Cáceres), para juntos brindarem o aniversário do chefe do clã, o servidor aposentado da Marinha, José Francisco Caxito. Ele, por mais de três décadas, prestou relevantes serviços à então Capitania dos Portos de Mato Grosso, atual Agência Fluvial de Cáceres.

A trajetória de Caxito, contudo, tem suas origens no norte de Minas Gerais, na cidade de São Romão, quase na divisa com a Bahia. Ainda jovem, ele partiu de lá para São Paulo e, posteriormente, para o Rio de Janeiro. A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que avançava de Bauru (SP), passando por Três Lagoas (MS) e Campo Grande (MS), até Corumbá (MS), foi o ambiente de trabalho onde ele foi contratado pelo extinto Ministério de Viação e Obras Públicas. Sua função era atuar na ligação ferroviária entre Corumbá e Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.

Em terras bolivianas, ele conheceu a companheira com quem se casou. Após o encerramento do trecho da ferrovia que interligava Brasil e Bolívia, José Francisco Caxito foi designado para prestar serviços à Marinha do Brasil em Cáceres, onde permaneceu até os dias atuais.

O ingresso dele na Armada Brasileira serviu de estímulo aos quatro filhos. Três seguiram a carreira militar, enquanto apenas um, em meio à jornada, optou pela vida civil, ao lado dos pais e das duas irmãs.

O aniversário reuniu todos os filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Dezenas de amigos também compareceram, entre eles o desportista Vicente Ortiz, um velho camarada da família Caxito. A festança varou a madrugada, embalada por uma garoa mansa, porém teimosa, e pelo som do legítimo rasqueado cuiabano, que animou a folia e o aniversariante.

REENCONTRO

Desde o longínquo ano de 1983, dois pantaneiros de Cáceres não se reencontravam. De um lado, à época, o aluno marinheiro João Arruda, aos 18 anos, e do outro, João Irani Caxito, na ocasião, marinheiro engajado. O mesmo destino que os uniu também os separou: João Arruda regressou a Cáceres, enquanto Irani singrava mares, percorrendo o país e o mundo. O festivo reencontro, após 42 anos, ocorreu exatamente na data especial do “Velha Guarda” José Francisco. Daí a prosa e as trovas fluíram, embaladas por um autêntico churrasco pantaneiro, regado a cervejas, até o sol, com suas rajas cor de romã, despertar a cidade, surgindo por trás da encantadora Serra das Araras.

TREM DO PANTANAL

A linha férrea que corta o Brasil em uma transversal, desde o estado do Rio de Janeiro, cruzando São Paulo de leste a oeste, recebeu o nome de Noroeste do Brasil. Com uma extensão de 1.622 quilômetros, foi projetada no período imperial para interligar o país.

A ferrovia, fruto da engenharia inglesa, consumiu mais de uma década para ser totalmente concluída. Os operários que assentaram os dormentes eram uma verdadeira Torre de Babel em pleno Pantanal: estrangeiros de origens belgas (a maioria), franceses, ingleses, alemães, espanhóis e italianos. Além deles, bolivianos e paraguaios juntaram-se aos brasileiros na longa jornada.

A estrada também foi apelidada de “Trem da Morte”. Durante um período, criminosos se passavam por passageiros para cometer seus crimes ao longo do percurso. Duas pontes monumentais, entre outras, destacam-se ao longo da ferrovia: a do Rio Paraná (entre SP/MS) e a do Porto Esperança, sobre o Rio Paraguai, no município sul-mato-grossense de Miranda.

A estrada também era uma rota para imigrantes ilegais no Brasil renovarem seus passaportes via Santa Cruz de La Sierra. Ou seja, ao vencer o visto, eles seguiam, principalmente do Rio de Janeiro e de São Paulo, em uma longa viagem até Santa Cruz, onde carimbavam os passaportes e, em seguida, regressavam ao Brasil. Essa tática se repetia até que conseguissem o visto permanente ou se casassem no país com brasileiros ou brasileiras.

O cantor Almir Sater, na primeira estrofe de sua música, revela que “este é o melhor caminho para um fugitivo de guerra”.

Uma francesa residente em Cáceres fez uma revelação desconhecida sobre a mensagem que a música, sucesso em todo o país, transmite em sua canção. A francesa, hoje com dupla nacionalidade, conta que, no pós-Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o mundo entrou na chamada Guerra Fria. Ela, que havia perdido avós, tios e outros parentes, temendo uma nova guerra, viu como saída atravessar o Atlântico, vindo para o Brasil. E assim o fez, casando-se com um cacerense e fixando residência definitiva no Brasil. “Na França, só a passeio; me transformei numa brasileira do Pantanal”, brinca ela, mas preferiu não ter sua identidade revelada.


Fonte: Portal Mato Grosso


Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais


The post Cáceres em Festa: Veterano da Marinha, José Caxito, celebrou 108 anos appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
https://jornalcacerense.com.br/veterano-da-marinha-jose-108-anos/feed/ 0
Cáceres perde Elbe de Castro Souza, um legado de fé e pecuária https://jornalcacerense.com.br/caceres-perde-elbe-de-castro/ https://jornalcacerense.com.br/caceres-perde-elbe-de-castro/#respond Mon, 24 Nov 2025 02:13:27 +0000 https://jornalcacerense.com.br/?p=242 The post Cáceres perde Elbe de Castro Souza, um legado de fé e pecuária appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
.flex_column.av-av_three_fifth-7168fd5fd21193b093188f0f2bfaece0{ border-radius:5px 5px 5px 5px; padding:10px 10px 10px 10px; }

Portal Mato Grosso


Cáceres perde Elbe de Castro Souza, um legado de fé e pecuária



Por João Arruda | Cáceres

A década de 1970 foi um período de efervescência migratória na região Oeste de Mato Grosso, com levas de paulistas, capixabas e mineiros buscando novas oportunidades na terra fértil. Entre esses desbravadores, chegou a Cáceres (a 210 km de Cuiabá), o jovem Elbe de Castro Souza, que viria a se tornar uma figura marcante na história local.

Originário de Martinópolis, São Paulo, Elbe chegou à “Princesinha do Paraguai” acompanhado de sua esposa, Marlene Andrade Souza, e seus filhos: Isabela Augusta, Alessandra e o então pequeno Rodrigo Andrade Souza, carinhosamente conhecido como “Bigode”. A família se estabeleceu na região, e Elbe logo adquiriu terras nas proximidades do Rio Cabaçal, dedicando-se com afinco à criação de gado, abrindo invernadas e consolidando sua atuação no setor pecuário. Paralelamente, sua esposa, Marlene, contribuía com a educação da comunidade, lecionando na Escola Agrotécnica Federal de Cáceres.

Homem de fé inabalável, presbiteriano convicto e temente a Deus, Elbe de Castro Souza prosperou, educando seus filhos com carinho, retidão e valores sólidos. Sua trajetória é um testemunho de dedicação e trabalho árduo, deixando uma marca indelével na economia e na comunidade de Cáceres, especialmente no desenvolvimento da pecuária, onde sua desenvoltura e excelente desempenho eram amplamente reconhecidos.

Contudo, como tudo na vida, a jornada de Elbe chegou ao seu ciclo final. Aos 84 anos, Deus chamou Elbe para o firmamento. Em um trágico acidente em sua garagem, que resultou na fratura do fêmur, Elbe foi socorrido prontamente por seu filho Rodrigo e encaminhado ao Hospital Regional. Apesar de todos os esforços médicos, sua jornada terrena encerrou-se, deixando um imenso vácuo na irmandade presbiteriana e, sobretudo, um legado inestimável para Cáceres.

Elbe partiu, mas como diz a boa trova de cururu, “na árvore deixou o ingaço”. Fica a saudade eterna desse paulista que abraçou Cáceres como sua casa, fixando-se em definitivo e cumprindo sua missão com maestria. Sua memória perdurará como exemplo de um pioneiro que, com fé e trabalho, contribuiu significativamente para o progresso da região.
Fonte: Portal Mato Grosso


Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais


The post Cáceres perde Elbe de Castro Souza, um legado de fé e pecuária appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
https://jornalcacerense.com.br/caceres-perde-elbe-de-castro/feed/ 0
Servidor da Unemat é assassinado na Bolívia https://jornalcacerense.com.br/servidor-unemat/ https://jornalcacerense.com.br/servidor-unemat/#respond Mon, 24 Nov 2025 01:55:12 +0000 https://jornalcacerense.com.br/?p=229 The post Servidor da Unemat é assassinado na Bolívia appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
.flex_column.av-15hcz9-14aed5c08777660cedc9e6084328c7ff{ border-radius:5px 5px 5px 5px; padding:10px 10px 10px 10px; }

Servidor da Unemat é assassinado na Bolívia


Por João Arruda | Cáceres
O técnico de ensino superior Lupercio Leonel de Menezes, natural de Cáceres (a 210 km de Cuiabá), foi assassinado na tarde de ontem (17.11) em San Matías, Bolívia, vítima de um disparo no olho direito. As circunstâncias do crime estão sendo investigadas pelas autoridades policiais bolivianas. A notícia chocou a comunidade acadêmica e a sociedade mato-grossense, dada a proeminência da família de Menezes na região.
A informação do falecimento circulou rapidamente nas redes sociais, acompanhada de uma nota postada pelo professor da Faculdade de Direito Marcelo Geraldo Coutinho J. Horn. Amigo da família, o professor ficou responsável pela liberação do corpo junto à sede da Polícia Técnica de Cáceres (IML), no Brasil.
Em resposta à trágica notícia, a reitoria da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), por meio da reitora Vera Lúcia Rocha Maquèa, emitiu uma portaria suspendendo as atividades acadêmicas durante o período do funeral e decretou luto oficial por três dias, em homenagem ao servidor. Lupercio Leonel de Menezes estava afastado de suas atividades na Unemat por licença médica.
Legado familiar e vínculos com a Unemat
Lupercio era bastante conhecido em Cáceres, fruto do casamento de seus pais, Benedito Leonel de Menezes e Cibele Lente, ambos advogados. Benedito Leonel foi tragicamente assassinado há cerca de 20 anos em Mirassol do Oeste, um crime que marcou a família. Cibele Lente, mãe de Lupercio, é uma figura respeitada na educação e no direito, tendo lecionado na Unemat e atuado como procuradora aposentada do estado. Lupercio era casado com uma cidadã boliviana, com quem tem um filho menor de idade.
Investigação inicial e reviravolta
De acordo com “informes” do meio policial da fronteira, houve uma suspeita inicial por parte das autoridades bolivianas de que se tratava de um “suicídio”. No entanto, a Polícia Forense descartou essa hipótese, confirmando que a causa da morte foi um homicídio. Policiais entrevistados pela reportagem indicaram que a apuração do caso correrá sob a tutela da Polícia Boliviana, e que até o momento, nenhuma informação sobre as circunstâncias ou motivação do crime foi oficialmente repassada às autoridades brasileiras. Acredita-se que o incidente tenha ocorrido entre as 15h e as 16h30 de ontem, quando o responsável pela perícia em San Matías comunicou a Polícia em Cáceres.
Novos detalhes apontam local do crime
Em contato com fontes dentro de San Matías, a reportagem apurou que informações de populares, que preferem não ser identificados, indicam que Lupercio Leonel estava em uma propriedade de uma mulher bastante conhecida na área de fronteira com o Mato Grosso, identificada como Ana Cabrera. Segundo esses relatos, um disparo de arma longa – possivelmente calibre .22 – foi ouvido vindo do local. Lupercio foi socorrido e levado a um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. O responsável pelo atendimento teria inicialmente repassado às autoridades policiais brasileiras em Cáceres a informação de suicídio, que foi posteriormente refutada pela perícia.Até o momento, não há informações sobre o velório e sepultamento de Lupercio Leonel de Menezes, enquanto as investigações seguem em andamento para esclarecer o crime.

Fonte: Portal Mato Grosso


Marinha do Brasil inspira alunos em Escola Cívico-Militar de Cáceres com palestra e tradições navais


The post Servidor da Unemat é assassinado na Bolívia appeared first on Jornal Cacerense.

]]>
https://jornalcacerense.com.br/servidor-unemat/feed/ 0